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  28 Ago
Feira Internacional de Maputo - FACIM 2017

11/08 às 09:18

A FEIRA AGRO-PECUÁRIA, COMERCIAL E INDUSTRIAL DE MOÇAMBIQUE, vulgo FACIM, a maior montra para a exposição de produtos e potencialidades nacionais, comemora este ano o 53º aniversário desde a sua inauguração, e o 7º ano da realização da Feira em Ricatla, Marracuene. Como tem sido tradição já consagrada, enquanto Feira anual e multisectorial, a FACIM tem o condão de consagrar num único espaço todos os sectores económicos à escala nacional, dai se ter tornado num lugar privilegiado de encontros para o empresariado nacional e estrangeiro. Pretende-se com esta edição: Internacionalizar a economia nacional; Expor as potencialidades de produção e exportação; Estabelecer parcerias e promover oportunidades de negócio nos diversos segmentos do tecido empresarial nacional e estrangeiro; Estimular novas iniciativas de investimento público e privado Criar oportunidades de negócio para as PME’s nacionais Horário Oficial Abertura oficial - 28 de Agosto, somente reservado aos expositores e convidados.Horário de exposição e visita: Segunda-feira à Quinta-feira das 09:00H as 18:00H; e Sexta-feira, Sábado e Domingo - 09:00H - 19:00H. Actividades a ter lugar na presente edição da FACIM: a) Dia de Exportadores: consitirá na premiação dos maiores exportadores e investidores; b) Dia de Moçambique: consistirá na premiação de melhores expositores, (nacionais e estrangeiros); c) Ligação diária com a imprensa (Empresas, DPIC’s, Governos Provinciais, outras entidades); d) Seminários temáticas; e) Bolsas de contactos; f) Celebração dos dias dos países e das províncias; e g) Outras realizações. Fonte: http://www.facim.org.mz/

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Moçambique quer aumentar produção de arroz, trigo e milho no vale do Zambeze

09/08 às 10:11

O MCTESTP, através do Centro de Investigação e Transferência de Tecnologia para o Desenvolvimento Comunitário (CITT), está a implementar o projecto de investigação e transferência de tecnologias para o aumento da produtividade em Moçambique. O programa contempla seis distritos de cinco províncias do país, nomeadamente Mandlakazi (na província de Gaza), Caia (em Sofala), Manica e Barué (Manica), Angónia (Tete) e Angoche (em Nampula). Segundo o Ministro da Ciência e Tecnologia Ensino Superior Técnico-Profissional, Jorge Nhambiu, o objectivo primordial deste projecto é de reforçar as relações de investigação na transferência de tecnologias, formação e capacitação de recursos humanos para melhor intervenção na cadeia de produção das culturas de arroz, milho e trigo. "Dos benefícios a que fazemos menção, destacam-se o acesso a tecnologias de produção das culturas de arroz, milho e trigo; o acesso a serviços de preparo da terra e o acesso a mecanização agrícola, agro-processamento e produção de compostos orgânicos", explicou. Segundo Nhambiu, o memorando irá privilegiar o apoio as escolas técnicas e profissionais localizadas no vale do Zambeze que, de forma directa, deverão fornecer mão-de-obra qualificada para favorecer o desenvolvimento técnico e socioeconómico da região. Por sua vez, o Director-Geral Da Agência de Desenvolvimento do Vale do Zambeze, Roberto Mito, disse que um dos resultados do programa é a elaboração de curricula de cursos de curta duração em 10 áreas técnicas-chave, entre as quais a avicultura, horticultura, cunicultura, informática, extensão e sementes, mecanização agrícola. "O nosso desafio é, através deste memorando, juntar as nossas energias aos dos ministérios para que aqueles centros sejam de referência. É necessário transformar o investimento feito em produtos", afirmou Mito. Segundo Mito, está prevista a realização de 12 temáticas e workshops para a facilitação da ligação entre o sector académico e o sector produtivo nas áreas de agro-negócios e sementes, estabelecimentos de três salas de informática com um total 130 computadores, nove sistemas de rega e dois sistemas agro-meteorológicos e equipamento de laboratórios. Fonte: https://africa21digital.com/2017/07/31/mocambique-quer-aumentar-producao-de-arroz-trigo-e-milho-no-vale-do-zambeze/

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  30 Ago
Fórum | Qualidade e Competitividade Agro-Alimentar

04/08 às 10:52

Este Fórum tem como principais objetivos: - Promover as trocas comerciais e a competitividade do sector agro-alimentar - Promover a internacionalização das empresas agro-alimentares Para inscrições e programa: https://ajapmaputo.wixsite.com/forummaputo

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Skan mocambique
FRUTEIRAS NATIVAS EM MOÇAMBIQUE: UMA ALTERNATIVA PARA SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL

18/11 às 10:05

FRUTEIRAS NATIVAS EM MOÇAMBIQUE: UMA ALTERNATIVA PARA SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL Em Moçambique, o consumo de frutas nativas é uma estratégia importante para as comunidades rurais durante períodos sazonais de fome crítica, tendo em conta que as fruteiras nativas têm uma boa adaptabilidade em zonas áridas e não requerem uso massivo de fertilizantes, este facto, minimiza os custos de produção. A inclusão de frutos nativos na dieta alimentar tem a vantagem adicional de fornecer nutrientes e antioxidantes às populações, minimizando os problemas de desnutrição e “fome oculta”. Por isso, as fruteiras nativas, jogam em Moçambique um importante papel na nutrição e medicina tradicional para as populações rurais e representam um potencial elevado de exploração económica, na promoção de oportunidades de emprego e na melhoria da renda familiar das populações e da economia nacional, assumindo um papel com relevância sectorial e social para o desenvolvimento. A promoção do consumo de frutos nativos destaca-se como uma estratégia atraente para combater a insegurança alimentar e nutricional, permitindo ás famílias ter responsabilidade sobre sua dieta de uma forma sustentável e culturalmente apropriada. A flora Moçambicana é muito rica em fruteiras nativas e embora muitas delas apresentem amplas perspectivas de aproveitamento económico, tanto a nível local como nacional, poucas têm sido estudadas, sendo a transferência do conhecimento técnico-científico actual e de oportunidades de negócio em novas cadeias de valor bastante incipiente, e negligenciado grande parte do conhecimento indígeno. O primeiro Workshop Nacional de Fruteiras Nativas em Moçambique realizado sob o lema “Valorizando o que é Nosso através da Ciência e de Tecnologias”, reunindo todos os interessados em conhecimento sobre fruteiras nativas e nas suas cadeias de valor, incluindo governantes, académicos, investigadores e estudantes, ONGs e outros actores da sociedade civíl, fruticultores e associações de produtores e interessados do sector privado, contribuiu para alavancar o debate e investigação nesta área em Moçambique. Este encontro promoveu a criação de redes de conhecimento e negócio, as temáticas inseriram-se no “Plano de Investimento: subprograma Fruticultura” e contribuem para as áreas prioritárias de investigação: “ Produção agrícola – fruticultura” e “ Utilização de recursos etnobotânicos – plantas com valor nutricional”; alinhando com um dos programas principais do PEDSA: “ Fomento de culturas orientadas para o mercado”. Dentro deste contexto, foram apresentados neste Workshop trabalhos publicados no âmbito de fruteiras nativas em Moçambique, servindo de amostra nesta presente publicação, do resumo da tese com o tema “Determinação de Rendimentos Médios Anuais, Tamanho Médio do Fruto e Características da Produção de Vangueria infausta (Maphilua)”. Resumo A Vangueria infausta (Maphilua) é uma das espécies nativas de Moçambique com grande valor alimentar, medicinal e socio-económico, mas pouco se sabe sobre o seu nível de produção em Moçambique, nomeadamente sobre os factores que influenciam o seu nível de produção e se apresenta ou não alternância de produção (quando um ano de alta produção de frutos é intercalada com anos de baixa ou nenhuma produção, ou vice-versa). O presente estudo foi realizado em 2012, com o objectivo de determinar rendimento médio da Vangueria infausta nos anos 2004, 2005 e 2006, o tamanho médio do fruto, a relação entre o tamanho do fruto e a produção e de verificar se existia alternância de produção nesta fruteira nativa. Os dados de produção foram colhidos pelo CIF (Centro de Investigação Florestal, actual CEF, do IIAM) no seu campo experimental, no Distrito de Marracuene, Província de Maputo, num ensaio estabelecido com o objectivo de testar o espaçamento da Vangueria infausta vulgarmente conhecida como Maphilua. As mudas utilizadas para o estabelecimento deste ensaio foram produzidas por sementes e o ensaio foi estabelecido em 1998 (as sementes foram colhidas em Marracuene em 1996).O ensaio tinha um total de 81 árvores, que foi considerado como uma população na qual foi definida uma amostra de 45 árvores seleccionadas de forma aleatória para determinar os rendimentos e características da produção. As primeiras árvores começaram a produzir em 2004, portanto em 2004, 2005 e 2006, observou-se para cada árvore, os frutos que tinham atingido a maturação, e procedeu-se à sua colheita para em seguida se fazer a contagem dos mesmos, sua pesagem numa balança de precisão e posterior extracção e contagem do número de sementes por fruto. Os dados obtidos foram usados para determinar os rendimentos médios (número e peso dos frutos produzidos por árvore) e para gerar um gráfico através do programa Microsoft Excel 2010, que permitiu também observar a variação na produção e verificar se existia ou não alternância de produção. Para a determinação do tamanho médio dos frutos foram colhidos dados dos anos 2005 e 2006, seleccionando-se ao acaso 10 frutos maduros por árvore, em 20 das 45 árvores da amostra, que foram pesados e de seguida mediu-se a altura e diâmetro de cada um e o diâmetro usando o paquímetro. Testou-se a existência da relação, em termos estatísticos, entre o tamanho médio de 10 frutos e o peso médio de 10 frutos, através da regressão e correlação no STATA 10. Com base nos resultados obtidos verificou-se que, algumas das árvores da amostra apenas iniciaram a produção em 2006 e outras ainda não tinham iniciado a produção em 2006, o que indica que existe uma grande variação no período de juvenilidade desta fruteira, os rendimentos foram crescentes (205,1; 404,3 e 555,1, g/árvore, respectivamente em 2004, 2005 e 2006), registando um aumento de 97% de 2004 para 2005 e de 37% de 2005 para 2006. Algumas árvores (47%) claramente mostraram um padrão de alternância de produção, enquanto que apenas 13% das árvores mostraram uma produção crescente entre 2004 e 2006, enquanto que as restantes apenas produziram uma vez (18%), ou não produziram (13%), ou mostraram um decréscimo da produção (9%).O comprimento e altura médias dos frutos registaram um aumento em 5.5 e 3.56 % respectivamente, de 2004 para 2005 e verificou-se que o peso médio de 10 frutos foi apenas influenciado pelo comprimento e não pelo diâmetro. Autor do Resumo: Declério Moisés Sebastião Mucachua* - É Licenciado em Engenharia Agronómica pela Faculdade de Agronomia e Engenharia Florestal da Universidade Eduardo Mondlane com o tema da tese “Determinação de Rendimentos Médios Anuais, Tamanho Médio do Fruto e Características da Produção de Vangueria infausta (Maphilua)”. Fez parte como Investigador de campo dos Projectos: WWF (World Wide Fund For Nature) em colaboração com Serviços Florestais dos Estados Unidos da América “Financiamento Sustentável do Sistema de Áreas Protegidas em Moçambique”, financiado pelo PNUD, e da Praga do Coqueiro “Oryctes monoceros (Escaravelho rinoceronte)” da Faculdade de Agronomia da Universidade Eduardo Mondlane (UEM), financiado pelo Millennium Challenge Account. Participou de cursos como: Better Cotton Initiative (Iniciativa de Melhor Algodão) leccionado pela Sociedade Algodoeira do Niassa e Produção e comercialização de hortícolas leccionado pela Associação de Fruticultores do Sul de Moçambique (FRUTISUL). Actualmente, faz parte do grupo técnico que esta organizar a Conferência Nacional da Juventude e Agricultura, sob tutela do Ministério da Juventude e Desportos. *e-mail: Dmucachua@gmail.com

Skan mocambique
PLANO DE MANEIO DE FOGOS NO CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE UNANGO, ZONAS ADJACENTES E EMPRESAS FLORESTAIS QUE OPERAM NA PROVÍNCIA DO NIASSA

17/01 às 19:15

SUMÁRIO A ideia de elaboração do Plano de Maneio de Fogo, surgiu da necessidade de traçar estratégias conjuntas, para minimizar o problema de ocorrência de incêndios florestais na província do Niassa, que tem se agravado nos últimos anos, visto que alocação de esforços separados tem resultado em fracasso. No presente documento, apresenta-se de forma resumida a problemática de ocorrência de incêndios na província do Niassa, particularmente nos campus da Universidade Lúrio, Faculdade de Ciências Agrárias, ecossistemas nativos e plantações florestais e a justificativa da necessidade de elaboração de um plano conjunto, de seguida, foram expostas de forma resumida as estratégias de prevenção e combate aos incêndios, as atividades que serão levadas a cabo, onde conjuntamente são identificados todos os potenciais intervenientes. Por último apresentamos um ciclo anual de execução das atividades em função das estações do ano, que é realçado com o cronograma. Com o presente plano espera-se reduzir os riscos e perigo de ocorrência dos incêndios florestais, por meio da prevenção e combate aos incêndios que consistirá num programa de sensibilização as comunidades rurais no uso do fogo, eliminação das fontes de propagação através atividades de silvicultura preventiva, treinamento de uma equipa permanente que trabalhará arduamente nas atividades de prevenção, detecção e combate aos incêndios florestais em coordenação com as empresas florestais, que deverá ser devidamente organizada de modo que as atividades de combate sejam efetivas.

Confagri1
Missão da FAO defende "revolução agrária" em Moçambique

12/12 às 10:42

Uma missão multidisciplinar da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), em apoio à Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, considerou crucial o alinhamento das políticas agrícolas, acesso a insumos e compromisso dos camponeses para uma «revolução agrária» de sucesso em Moçambique. «É preciso aumentar a produção, conhecer as áreas e incrementar o rendimento por hectare», declarou Ruhiza Boroto, representante regional da FAO e chefe da missão para assistência a Moçambique. Após visita a campos agrícolas, assistidos por projetos da organização em Manica, Ruhiza Boroto disse que para «uma revolução agrícola sustentável», além de boas políticas agrárias estatais, os camponeses precisam ter acesso a sementes certificadas e estar comprometidos com o aumento do rendimento da produção. Ruhiza Boroto frisou que «não é suficiente ajudar o país a atingir um padrão de rendimento por hectare, para a competitividade regional no âmbito da agenda 2030», sustentando que o sucesso se complementa com a redução das perdas pós-colheita e acesso a mercados de qualidade. É ainda preciso, prosseguiu, fazer com que cada camponês «produza para comer, vender e atingir a autossuficiência». Por sua vez, Castro Camarada, representante da FAO em Moçambique, assinalou que a missão se encontra no país a pedido do Governo e várias iniciativas serão desenvolvidas no âmbito da agenda 2030 para tornar sustentável as áreas da agricultura, pescas e florestas. Avaliando como positiva a intervenção da FAO em Moçambique, Castro Camarada lamentou a persistência do conflito político-militar, que opõe o Governo e a Resistência Nacional Moçambicana (Renamo), principal partido da oposição, o que está a afetar vários projetos da organização na região centro de Moçambique. A iniciativa que cobre 47 países, incluindo Moçambique, pretende moldar os programas de desenvolvimento dos governos de uma forma transformadora para os próximos 15 anos. Moçambique foi incluído este ano na Iniciativa Regional 2 (RI2) da FAO sobre intensificação sustentável da produção e desenvolvimento de cadeias de valor. Fonte: http://www.confagri.pt/Noticias/Pages/noticia65078.aspx

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